Sobre o Conteúdo do Blog

Blog de histórias reais e de ficção.
Um lugar para expor opiniões que provoquem dor ou delícia!
Qualquer semelhança com histórias ou comportamentos reais poderá ter sido mera coincidência. Ou não!



sexta-feira, 1 de julho de 2011

Sempre tem um FILHODAPUTA 3 !!!



Capitulo 03


Segundo Semestre de 2001 e eu perdida sem saber o que fazer profissionalmente. Acabei voltando pra São Paulo para assumir um trabalho que parecia muito legal, indicado por um amigo super sério. Só que emprego era um engodo (juro o cara me contratou e a empresa não existia – e olha que fiz a entrevista no escritório do cara super bem montado na Rua Estados Unidos no Jardins). Coisa de filme de muito mau gosto. Nesse caso o filhodaputa tá implícito !
Numa visita a uma grande amiga, acabei sem querer querendo contratada para fazer uma das coisas que mais amei na vida: Produção artística. Durante quase dois anos convivi com pessoas muito talentosas, conheci bastidores de vários programas de televisão, acompanhei gravação de CD`s, viajei pelo Brasil acompanhando esses artistas divertidíssimos. 
Ai você me pergunta: Cadê o filhodaputa? - Ahh, de todos os lados. De todos os jeitos, de todas as raças, de todos os credos. Uma puxação de tapete impressionante. Quando dizem que o meio artístico é complicado posso atestar: é muuuuito pior!! Ainda assim amava o que fazia e tínhamos a banda A e a banda B da empresa. O filhodaputa mor – rei da banda B- acabou indo logo embora por pressão de uma diretora da banda A. O cara parecia o Carlos Eduardo Dolabella depois da surra. De uma arrogância tal, que PLASIL sentia enjôo perto dele. Durou pouco na produtora, mas sei que continua agindo nos bastidores até hoje. Sorte de filhodaputa. Não estava sozinho. Outro infectava o ambiente. Igualmente feio, igualmente nocivo, igualmente desmascarado pelo banda A. Dessa vez sem muito sucesso. A luz apagou e ele ficou. Hoje, soube que o “pocaprática” tá bancando o diretor artístico de uma emissora de televisão. Nunca conheci engodo maior que ele. Marketing pessoal sensacional e só! Ele tinha um seguidor fiel, mega truculento. Apelidado com nome de estado brasileiro era a própria visão do inferno. Grande, gordo, careca de cabelo comprido- sabe?-, cara de sujo. Só falava gritando, suava em bicas e fazia trambiques via telefone pra quem quisesse ouvir. Hoje dou risada. Na época queria enforcar o filhodaputa.
Ventos e tempestades depois voltei pra Ribeirão. Triste, desempregada e morando com meus pais. A treva! Pra combinar com o cenário trash da minha vida da época, arrumei um namorado de acordo. O mala passava 24 horas por dias me perturbando pra aceitar qualquer oferta. Na época ficou puto quando eu não quis ir trabalhar com Herbalife – simmm ele era fofo, minha gente!.
Entrevistas com frases do tipo: “seu currículo e bom demais pra minha empresa”, “você é muita cara, não posso te pagar” eram as que mais aconteciam. Diante de tanta pressão, acabei aceitando a vaga de contato publicitário numa emissora de TV. Fiquei 40 dias. Tempo suficiente pra identificar o filhodaputa e perceber que o mandaria – com o perdão da palavra – tomar no cú, na próxima vez que fizesse a equipe inteira voltar para a emissora às 3 da tarde pra dar uma notícia mentirosa e humilhar uma colega de trabalho publicamente. 
A experiência depois dessa foi ótima. Voltei a trabalhar como produtora. Produzia e dirigia. Reformulei um programa de TV local, ficou bacana – dentro das possibilidades de pessoal e técnicas e eu tinha o maior prazer em fazê-lo. Claro que tinham os filhosdaputa. Aqueles sem nenhuma qualificação. Como diria meu tio Bananeira (to mega boca suja hoje) “Era muito peido pra pouca bosta”. Um horror. Aquele tipo de filhodaputa incompetente que só sabe falar “hummm Não dá !!”  “Não... aqui não é assim não, bennnnnn” “Ahh isso é complicado, porque tem que ligar a rebimboca da parafuseta...” Só Jesus. Sóooo Jesus.
Mudei de patrão mas continuei no mesmo emprego. É !! Parece estranho mas foi isso mesmo. E aí virei refém do terceiro maior filhodaputa que conheci. O cara veio importado de outro estado. Tinha um sotaque insuportável e se achava o sedutor. Soube de fontes fidedignas que numa ocasião, uma funcionária foi pedir aumento e ele sugeriu um “vinhozinho no apto dela” para falar melhor sobre o assunto. Super enrolado, preguiçoso, mentiroso, arrogante e metido a galã. O Jece Valadão - que deus o tenha- da emissora.
Cheguei à outra conclusão sobre filhosdaputa: Todos eles tem um filhote, um seguidor, um puxa saco. E os filhotes, seguidores, puxa sacos os admiram, cobiçam a sua posição e surpreendentemente são fiéis.
Esse não era diferente. Tinha um filhote no gênero. Nojento!!!
Fato: os dois continuam no messssmo lugar, fazendo a messsma coisa, enganando as messssmas pessoas. E olha que eu sai de lá em 2005. Podem imaginar o que é isso?


That`s all folks!!!

That's all folks NADA vamos precisar de pelo menos mais uns 2 capítulos ainda.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Sempre tem um FILHODAPUTA 2 !!!




Capítulo 02

O pintor do mal era diretor comercial de um Jornal do ABC paulista. Fez escola. Sei de histórias dos filhotes criados por ele que são de arrepiar. Um ponto positivo: reencontrar meu amigo Adão Casares que visionário, logo percebeu quem era o dito cujo e picou a mula. Picou a mula e alguns meses depois me chamou pra trabalhar com ele na rádio Machete FM. Ohh tempo bom! Aliás trabalhar com rádio é muito gostoso. Foi uma época de muito papo, muito whisky, muito samba e pouca grana. Patrãozinho mão de vaca era aquele Bloch. Mesmo com todas as delícias, lá também tinha um filhodaputa. Um filhote que respondia a outro maior, mas como nesse caso ambos iam com a minha cara, fui salva !!!! Salva mas não imune ao bipolar do patrão que ano depois mandou a equipe inteira embora. Precisava de renovação. A gente também !!! Saímos todos rumo ao Diário Popular. 60% da equipe foi contratada por um fofo chamado Jaime que tinha como diretor o Serginho. Lugar estranho, com gente esquisita, mas grana boa. Boa não, ótima. Ganhava em dólar. Nessa época conheci todos os importantes diretores de marketing das montadoras, bancos e grandes indústrias. Foi uma escola. Até que o Sr. Orestes Quércia foi desmascarado pela Revista Veja e resolveu por fim em alguns dos seus negócios. Impossibilitado de fechar o Diário Popular, a Revista Visão e a Rádio Antena 1 foi aos poucos cortando pessoal.  O primeiro a dançar foi o diretor comercial de coluna larga, Serginho – querido da gente! Assumiu o lugar ele: o filhodaputa. Revoltada a galera passou a chamado-lo de “Escariotes” – singela homenagem baseado no traidor mor da história da humanidade. O cara parecia o Sid da Era do Gelo. O Sid vesgo e mal vestido. Andava pelos corredores do Jornal com ares de dono. Chamava um a um em sua sala e praticava o melhor do assédio moral – naquela época não sabíamos que isso existia. Mesmo assim fui chamada pelo gerente com o anúncio de uma promoção. Recém casada fiquei muito feliz. Mais dólares me aguardavam. A alegria durou pouco. Uma semana depois, eu, o gerente e o resto da equipe estávamos demitidos. Para o desespero do filhodaputa acabei voltando 10 dias depois. Estava grávida e ele não podia ter me mandado embora. O que eu imaginava ser uma doce vingança acabou um pesadelo sem fim. Inconformado Judas me deu duas ordens: Estava proibida de atender meus clientes e pior: estava proibida de falar ao telefone. Tudo vigiado bem de perto pela secretária brucutu contratada por ele. Quatro meses e duzentas licenças médicas depois consegui sair daquele inferno.
Durante dois anos trabalhei por conta própria. Vendia perfume, lingerie, bijuterias feitas por mim, e até no meu momento autônoma, me deparei com a filhadaputa. Aquela do tipo gananciosa e mesquinha. Dessa me livrei facinho facinho, sem perdas financeiras, só emocionais.
O ano 1994. Resolvo sair de São Paulo. Faço uma ligação, depois outra e sem muito esforço acabo contratada para gerenciar uma emissora de rádio daqui de Ribeirão. Tinha paixão pela rádio. Tinha admiração pelo proprietário.
Tinha uma quadrilha de filhosdaputa. De todo tipo: vantaginha, puxa saco, puxa tapete, malandro, fofoqueira, incompetente. A maior concentração de filhodaputa por metro quadrado já vista. Eu que me achava escoladíssima no assunto –afinal já tinha lidado com filhosdaputa de vários tipos – me vi em total desespero. Também, convenhamos, os filhosdaputa até então eram de gabarito, tinham berço, tinham formação. Agora filhodaputa de quinta ? Ahh isso era novo pra mim.
Acabei pós-graduada, sem imaginar que ainda acabaria com Pós Doc no assunto !
Três anos, alguns desafetos e gastrites depois arrumei um emprego do qual sinto saudade. Foram seis anos no paraíso. Patrão maravilhoso, diretoria ótima – tinha um pseudo filhodaputa nela, mas o patrão não dava ouvidos a ele – colegas mega simpáticos. E ainda por cima  eu era a chefe aqui. Eu mandava, fazia do meu jeito. E melhor: era respeitada, era valorizada, era querida. Éramos uma família. Fazíamos churrascos no final da tarde no escritório, cantávamos, ríamos e chorávamos sempre juntos. Salário bom, ambiente delicioso, patrão com nível de exigência alto, mas possível de se cumprir. Cursos, festas, workshops, palestras, festivais. A empresa proporcionava o que tinha de melhor. A diretoria nos ouvia, aceitava nossas sugestões, nos dava liberdade de ação. Foi nessa época que vivi emoções intensas na minha pessoal. Me separei, me apaixonei de novo, me decepcionei, adoeci e me curei. Sempre apoiada, segura, feliz!
Um dia, o dono, desgostoso com a falta de interesse dos filhos pelo negócio, resolveu vender a empresa. Foi ai que chegaram os filhosdaputa. Mas não quaisquer filhosdaputa. Filhosdaputa estrangeiros, gananciosos. Insuportáveis! Um ano. Esse foi o prazo que durou minha relação com eles. Em julho de 2001 eles vieram a Ribeirão e encerram as atividades da empresa aqui. Vieram representados pelo próprio demônio vestido de Prada! Fomos humilhados, eu e meus funcionários. Tratados como ladrões. Precisei contratar advogado para receber os últimos meses trabalhados. Do paraíso ao purgatório em 7 anos.
Nossa, ainda tem 10 anos de história e de filhosdaputa.

Senta que lá vem história!!!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sempre tem um FILHODAPUTA 1 !!!

As Idiotas

Capítulo 01

25 anos de carreira são mais que suficientes para se viver todo tipo de experiência. Se você é publicitário então, a coisa se multiplica. O giro é imenso. Trabalhei em mais ou menos 15 empresas.
E garanto: isso é ótimo. Profissionais que ficam muito tempo no mesmo lugar acabam não recebendo convites para melhores colocações. Vale mais quem roda mais.
Vivi coisas maravilhosas, fiz amigos do tipo “pra sempre”, aprendi muito em todos os sentidos e me dei conta de que sempre tem um filho da puta.
O meu primeiro emprego foi na Almap. Fiquei lá três anos maravilhosos. Meu reconhecimento de filhosdaputa estava ainda destreinado. Agora pensando, conseguiria citar alguns nomes. A ignorância foi a benção do primeiro emprego!!
Passei rapidamente pela Jovem Pan, onde me divertia muito (mesmo sabendo que tinha um grandessíssimo filhodaputa de plantão). Trabalhar com Emilio Surita, Zé Américo, Rosana Herman, Oscar Pardini e Arnaldo Sacomani foi uma farra. Farra boa com grana pouca. Voltei pra agência – Lage Stabel BBDO, hoje Lage e Magy - e ai BINGO, ela apareceu. Sim, a filhadaputa da vez. Não vou citar nome, porque vai que a coisa mandada entra aqui, lê e resolve me processar. A coitada ainda vai ter que esperar na fila, porque o que tem de “Pollyanna” na porta do Fórum é inimaginável !!!
Enfim, o nome dela é parecido com o de alguém que dirige mal !!! rsrssrsrs charada....
Uma semana na empresa me avisaram que ela era do tipo que pede dinheiro emprestado até pro tiozinho do estacionamento. Não deu outra. A bicha era minha chefe, devia ganhar o triplo do meu salário e com menos de um mês de convivência teve a cara de pau de me pedir cinco cheques emprestados para pagar a cozinha planejada que ela pretendia comprar. Claro que não emprestei. Claro que ela ficou puta. Claro que nossa relação ficou impossível.
Levando em conta que ela não se dava bem com 99,9% da agência, achei bem melhor fazer parte do todo.
Na sala da mídia, ela era carinhosamente chamada de “manga” dada a sua semelhança física com o caroço da fruta chupado. Tínhamos até um caderninho, estilo diário, onde anotávamos todos os feitos e frases da dita cuja. Na capa – colada - uma manga coquinho, chupada e penteada, com olhinhos e boca desenhados.
Um ano depois, cheia das loucuras da minha chefe - que a propósito fedia - pedi demissão e fui trabalhar numa agência pequeninha e super charmosa em Pinheiros. Ficava numa casa linda, piscina, pessoal super divertido. Estruturadíssima, todos os departamentos com profissionais qualificados. Só tinha um problema: Não tinha cliente !!! Nesse lugar mimoso deparei-me com mais uma filhadaputa. Fraquinha, é verdade, mas não menos chata. Um cursinho com alguns outros que conheci a deixariam pior. Ela tentava sacanear, mas não tinha neurônio suficiente pra isso. Aquele tipo de vilã de novela das seis que faz a maldade e é desmascarada no mesmo capítulo. Adorava uma fofoca, uma intriga. Dois meses todo mundo sabia quem ela era. Apelidada de ½ foda, pela pouca estatura, adorava subir e descer as escadas correndo como se estivesse sempre apagando um incêndio. Era íntima da mulher do patrão e adorava contar a vida dos dois ao pé do ouvido de quem estivesse disposto a ouvir.
Agora, vou te dizer uma coisa: Os filhosdaputa têm uma capacidade de sobrevivência que merece ser estudada. Um ano depois de montada, a agência foi praticamente dissolvida – De 18 funcionários, ficaram três – um deles quem era?? Isso mesmo: a filhadaputa !!!
No ano seguinte conheci o quarto maior filhodaputa com quem tive o desprazer de trabalhar.
É, tenho um ranking.
O cara tem nome de pintor gaucho e realmente - perdoem o pobre trocadilho infame – pintava e bordava. Tinha seguidores e aprendizes. Era ardiloso, escorregadio. Sorriso fácil nos lábios totalmente dissonante com o olhar maléfico. Foi nesse período que desenvolvi Síndrome do pânico e fui despedida porque o filhodaputa me achava muito mal humorada. Anos depois soube que ele ainda continuava lá, firme e forte. To falaaaaannndo: Vida longa tem os filhosdaputa!!!
Tudo isso aconteceu entre 1985 e 1991. Tem chão, minha gente. Chão e filhodaputa. 
A seguir, nos próximos capítulos !!!!

domingo, 26 de junho de 2011

Delícia de ser mestranda

Dziga Vertov em O homem com a câmera na mão  1929



Tudo começou numa mesa de bar. Daniel Basso, Ferraz Jr, meu Amor e eu, numa 5ª feira - chopp em dobro- no Brookling. Comentei minha vontade de voltar à sala de aula. Ferraz se animou e combinamos: Vamos fazer mestrado juntos na UFSCAR. Eu em Imagem e Som, ele em Ciência Política.
Primeiro dia de aula saio de Ribeirão 12h, chego a São Carlos 13h15, rodo no campus até as 15h15 sem conseguir localizar a sala de aula. Frustrada, volto aos prantos pela estrada a fora. A pergunta: Mas você não se informou? Ahhh até na prefeitura, mas ninguém chegava a uma conclusão sobre o local. Pensamento recorrente: Acho que não sirvo pra isso mesmo !!!
Semana seguinte, 245 mil e-mails trocados com o coitado do secretário do DAC, mapa do campus na mão, chego meia hora antes da aula e descubro que a professora não vai dar aula por 3 semanas. Frustrada, pego a estrada de volta, dessa vez puta por não ligado antes. Pensamento recorrente: Estaria o Universo conspirando contra meu mestrado?
Finalmente a primeira aula. Percebo que sou a tia da sala. Nenhum espanto, quando a gente volta a estudar 25 anos depois de formada. Na sala, todo tipo de aluno: o chato contestador que felizmente durou só 2 semanas, a mocinha intelectual, os super interados de todos os assuntos, aqueles que se sacrificam vindo de longe toda semana e aqueles que viram uns queridos logo de cara. Nessa categoria: Barcelos, Cris, Ana Cláudia, Patrícia, Janaina e Humberto.
Durante alguns meses assistimos a vários filmes, discutimos Freud, Gerard Genett, Cecília Almeida Salles, Tarkovsky, Bresson, Godard, Glauber entre outros.
Descobri Dziga Vertov, Pasolini e Bergman. Abandonei Guel Arraes – meu primeiro objeto de estudo – para abraçar sem reservas Júlio Bressane e seu Filme de Amor.
Semana passada, na terça, foi a última aula do semestre. Nossa querida Josette – sumidade em Glauber – nos manteve entretidos por 7 horas e confesso, não queria que acabasse. Saímos da UFSCar rumo ao Espaço Múltiplo, lugar ótimo que recomendo aos Sãocarlenses. Bate papo delicioso, caldos deliciosos, pizzas aperitivo boas demais, cervejinha gelada e o prazer da etapa cumprida.
Descobri que sou melhor aluna que imaginava ao ser elogiada pela professora. Percebi que perdi um tempão achando que não era capaz de fazer um mestrado e que foi preciso o incentivo – quase uma intimação- do meu marido para ter coragem para tal.
Vou sentir falta da turminha, do café com croassant de chocolate, do bate papo com Bar nas voltas para Ribeirão, mas sobretudo, vou sentir falta de falar sobre as maravilhas da sétima arte com pessoas tão generosas, tão respeitadoras e tão gentis, como foram meus colegas de sala. Obrigada moçada. Vocês são especiais !
No próximo semestre continuo, dessa vez como ouvinte para em 2012 pegar firme no projeto e sair da categoria “anda” para “estra”! 

Humberto, Barcelos, Ana Cláudia, Cris, Josette e Luiz.
 E, a propósito: - Ferraz, espero que se anime com meu ânimo e venha fazer aula no próximo semestre. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...